Máscaras covid-19 estão de volta
Escrito por Ana Sofia Figueiredo em Setembro 7, 2023
“É importante serenar as pessoas sobre o que está a acontecer”. O uso de máscaras para a Covid-19 está de volta, mas apenas em alguns centros hospitalares.

O comentador da Sic, Tiago Correia, explica as razões pela qual é necessário retomar algumas medidas. Na entrevista, analisa-se também a reforma do SNS e a retoma da vacinação para o coronavírus e gripe, que começa já no final deste mês.
O aumento de casos gerados pelo coronavírus SARS-COV-2 implicou a implementação de novas medidas de segurança nos centros hospitalares de Santa Maria e Pulido Valente, em Lisboa.
No entanto, a Direção Geral de Saúde (DGS) afirma que não haverá qualquer tipo de indicação para o regresso generalizado de medidas a adotar. Isto é, cada hospital será responsável por impor as suas medidas de segurança.
Tiago Correia afirma que o regresso do uso da máscara a algumas unidades de saúde “é uma questão de civismo”, “um mecanismo de prevenção daqueles que são mais vulneráveis” e não como um “atentado às nossas liberdades individuais”.
As indicações de segurança apresentadas por Tiago Correia
“É importante serenar as pessoas sobre o que está a acontecer. Há um aumento do número de casos por covid-19. Isso está a ser reportado laboratorialmente, ou seja, deixámos de fazer os testes que sempre fizemos durante a chamada pandemia e, portanto, só são detetados os casos que são analisados, por exemplo, em contexto hospitalar e laboratorialmente”, sublinha.
“Segundo esse indicador, o número de casos está a aumentar. Significa que sobretudo em contextos hospitalares, centros de saúde, lares possivelmente é recomendado utilizamos medidas preventivas para evitar que este aumento do número de casos se traduza naquilo que ninguém quer que se traduza, que é o o agravamento do estado de saúde de pessoas que já estão em fragilidade e vulnerabilidade”, continua por explicar.
Assim, admistração da vacina contra a covid-19 e a gripe começa já dia 29 de setembro. A vacinação realiza-se em farmácias e, segundo Manuel Pizarro, não faltarão vacinas para todos aqueles que precisarem ou quiserem ser vacinados.