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Granadas, kalashnikovs e drones: A nova realidade dos jovens russos

Escrito por em Setembro 6, 2023

Se anteriormente o objetivo era instruir os jovens a ler e escrever agora, de acordo com Putin, o intuito é a preparação para o serviço militar.

Vladimir Putin, presidente russo, dirigiu-se a uma escola russa para dar pessoalmente uma aula aos novos alunos, para lhes ensinar a “arte” das forças armadas.

De acordo com o avanço feito esta quarta-feira, 6 de setembro, pelo Ministro da Defesa do Reino Unido, o novo programa escolar russo incorpora conteúdos sobre habilidades militares e propaganda pró-Kremlin sobre a história da Ucrânia. Para além disto, um dos objetivos do curso “Noções básicas de segurança da vida” é mostrar e treinar os mais jovens como manusear granadas, kalashnikovs e drones.

Assim, as aulas de história vão também incluir um exame sobre a reunificação da Crimeia com a Rússia e a ‘operação militar especial’ na Ucrânia.

“O novo currículo serve três objetivos: doutrinar os estudantes com a lógica do Kremlin, incutir nos estudantes uma mentalidade marcial e reduzir os prazos de treino para a mobilização e implantação subsequentes”, declarou o ministério.

A introdução do manuseamento de drones indica a sua crescente importância no campo de batalha e as lições aprendidas sobre estes sistemas diretamente no conflito na Ucrânia”, reforçando que está prevista a visita de veteranos da linha da frente às escolas.

A arte de pilotar drones também é, em Lviv, ensinada aos jovens ucranianos.

De acordo com a partilha de imagens no facebook de Andry Sadovy, presidente da câmara de Lviv, “Esta é a nossa nova realidade”. Segundo o responsável esta iniciativa faz parte do programa “Proteger a Ucrânia” que irá ser lecionado nas escolas.

A utilização de drones é, atualmente, uma das estratégias mais utilizadas para efectuar ataques.

É de salientar que o conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou em fevereiro de 2022. Segundo Vladimir Putin, com o objetivo de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia.

A ONU confirmou que até hoje, cerca de dez mil civis morreram e mais de 16 mil ficaram feridos na guerra. Na realidade, os números serão muito superiores mas apenas será possível ter a certeza quando quando houver acesso a zonas cercadas.

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