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“É reconfortante saber que há pelo menos um mecanismo no SNS que funciona com precisão. Pena que seja o que nos manda embora”

Escrito por em Março 1, 2026

Tânia Laranjo partilhou um desabafo nas redes sociais.

 

 

Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para fazer um desabafo, após ter sido tornado público mais um caso insólito no Sistema Nacional de Saúde.

Parece anedota, mas não é. Conta o Correio da Manhã que um doente chegou um minuto atrasado ao centro de saúde e já não foi atendido. Um minuto. Sessenta segundos. O tempo de aquecer o café no micro-ondas ou de decidir se levamos casaco“, começou por escrever a jornalista.

“Disse a máquina de senhas que não podia ser. Respondeu a funcionária que quem manda é a máquina. E assim, num país onde consultas chegam com meses de atraso, exames são adiados “sine die” e o próprio médico entra quando o sistema permitir, descobrimos finalmente onde funciona a pontualidade suíça: no minuto do utente. É reconfortante saber que há pelo menos um mecanismo no SNS que funciona com precisão. Pena que seja o que nos manda embora. No fundo, é bonito. O sistema pode falhar consultas, falhar prazos, falhar pessoas. Mas falhar um minuto? Jamais. Há limites. Resta-nos a lição: não se chega um minuto atrasado ao centro de saúde. Chega-se, isso sim, três meses antes, talvez assim ainda consigamos consulta a horas”, completou.

Na caixa de comentários foram vários os seguidores que juntaram desabafos sobre o tema:

“Não podemos chegar atrasados 1 minuto mas, o médico pode chamar 20, 30 minutos depois da hora marcada. Apesar de tudo, VIVA o SNS, temos de lutar por ele!”, acrescentou um internauta.

 

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