Por que gostamos de fazer resoluções?
Escrito por Redação em Dezembro 28, 2025
Mas porque é que sentimos esta necessidade de definir objetivos quando chega janeiro?
Mal começa a contagem decrescente para o novo ano, há uma coisa que quase toda a gente faz: pensar em metas e resoluções. Aqui estão algumas das razões:
O efeito “folha em branco”
O início de um novo ano dá-nos a sensação de uma nova oportunidade. Psicologicamente, funciona como uma “folha em branco”, onde acreditamos que podemos recomeçar, corrigir erros e fazer melhor. É como se a passagem de ano marcasse um “antes” e um “depois” de nós mesmos.
Precisamos de datas para recomeçar
Embora possamos mudar a qualquer altura, datas simbólicas, como 1 de janeiro, ajudam-nos a ganhar motivação. Sempre estabelecemos um horário ou uma data para começar algo: “Às 10h vou mesmo ao ginásio…”. O novo ano funciona como um ponto de partida oficial, quase como se fosse um botão de reset emocional.
Pressão social
No final do ano, toda a gente fala sobre planos para o futuro. Nas redes sociais, nos jantares de família ou com amigos, o tema aparece sempre. Esta partilha pode criar motivação coletiva Uma das técnicas que muitos adolescentes têm feito são os “vision boards”, que podem ser um bom momento para passarem juntos, mas também alguma pressão social para não ficar parado.
O medo de repetir os mesmos erros
Muitas metas nascem da frustração: o que não correu bem, o que ficou por fazer, o que queremos mudar. Fazer resoluções é uma maneira de dizer a nós próprios: “No próximo ano vai ser diferente.”
Porque é que tantas metas ficam pelo caminho?
Metas demasiado vagas ou irreais acabam por desmotivar. Especialistas recomendam objetivos mais simples, concretos e realistas, em vez de promessas gigantes difíceis de manter. O segredo pode estar em trocar o “tenho de mudar tudo” por “quero melhorar um pouco de cada vez”.
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